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Quando o estresse adoece: o papel do cortisol na saúde da mulher

  • Foto do escritor: Ana Paula Mendes
    Ana Paula Mendes
  • 17 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura

O cortisol, frequentemente chamado de “hormônio do estresse”, é uma substância produzida pelas glândulas suprarrenais que desempenha papel vital no funcionamento do corpo humano, incluindo a regulação do metabolismo, da pressão arterial e do ciclo sono-vigília. Embora essencial para respostas agudas ao estresse, quando seus níveis permanecem elevados por longos períodos, especialmente em situações de estresse crônico, ele pode desencadear uma série de efeitos negativos à saúde. 

Em mulheres, o impacto de níveis persistentemente altos de cortisol vai além do cansaço e da ansiedade: estudos científicos demonstram que ele pode interferir na liberação de hormônios reprodutivos, desregular o ciclo menstrual e até reduzir as chances de concepção ao afetar a ovulação e a relação entre hormônios como estrogênio e progesterona.   Além disso, o estresse crônico está associado à maior probabilidade de alterações do humor, insônia e ganho de peso, fatores que podem comprometer o bem-estar físico e emocional das mulheres no dia a dia. 

Especialistas destacam que, para proteger a saúde hormonal feminina, é fundamental adotar estratégias de gestão do estresse, como sono adequado, alimentação equilibrada, atividades físicas e técnicas de relaxamento, sempre com o acompanhamento médico quando necessário.


 
 
 

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